Estava próxima aos cinquenta anos, fisicamente bastante conservada, não chegando mesmo a aparentar o período da menopausa. Vivia com o marido um relacionamento bastante frio, já desgastado pelo tempo de convivência atordoada, baseado na acomodação e na distância. Possuia um casal de filhos que já casados levavam vida independente pouco visitando-a ou participando de seu dia a dia.
No trabalho executava a função de ensinar, dava aulas num curso pré vestibular e em colégio para alunos do segundo grau. Levava portanto vida financeira independente daquele marido que por ela pouco se importava, recebendo em troca o mesmo comportamento e sentimento. Na sala de aula mostrava comportamento discreto, pois se relacionava com alunos em sua maioria na casa dos dezoito anos, idade esta, bastante promissora à acontecimentos inusitados.
No curso pré vestubular tocava com naturalidade sua vida, até que certa vez seu melhor aluno, o mais dedicado, apresentou algumas dúvidas a serem tiradas em relação ao assunto exposto. Como a hora já dava sinais de adiantamento, inclusive avançando um pouco do horário da aula seguinte e devido ao grande interesse demonstrado pelo mesmo, deu seu telefone para caso ele necessitasse, continuassem a tirar as dúvidas em sua casa.
Assim foi feito, ele a telefonou e despretenciosamente marcaram para sábado pela manhã uma hora para juntos tirarem as dúvidas finais. Como combinado, na hora marcada estava aquele aluno dedicado em seu apartamento, e ela um pouco agitada pelo inusitado do momento, principalmente se considerar-mos que estava só pois seu marido no sábado só retornava tarde da noite.
Nunca tinha ficado frente a frente com um aluno daquela idade, principalmente considerando que vida sexual não tinha a bastante tempo, vivendo de momentos solitários, pois seu marido além de tratá-la com frieza, tinha vida sexual paralela, não se importando com sentimentos que poderiam abatê-la.
Ao iniciarem os estudos estava ela bastante atenta à aquela situação, notou que discretamente o aluno dedicado e atencioso, a surpreendia olhando para dentro de seus seios, que devido ao bom estado de conservação, deixava uma interessante silhueta à mostra. Num exame mais minucioso ao ventre em final de adolescência, por estar ela de short, visando quem sabe, provocá-lo inconscientemente, observou certo volume abaixo das calças, chegando a conclusão que seu aluno exemplar estava com pensamentos extra curriculares, talvez algum sonho sexual.
Ao terminarem os estudos convidou-o para o almoço e pelo adiantar da hora prontamente aceito por ele; enquanto preparava o almoço, que já estava pronto, bastando esquentá-lo no microndas, o asunto foi se encaminhando para vidas vividas, o cotidiano, os planos para o futuro. Neste vai e vem a conversa chegou até ao sexo, sendo confidenciado por ele nunca ter conhecido uma relação sexual, sincero por sinal, levando em conta sua dedicação aos estudos e acompanhada de certa timidez. A confissão sincera do aluno levou-o a dizer que nunca teve namorada, mesmo com dezoito anos e sendo sua experiência com sexo, por meios eletrônicos ou conversas com amigos.
Após o almoço, a conversa seguiu amena com ela bastante desperta pelas confissões daquele aluno até sentaram juntos no sofá, e entre conversas, adormeceram. Ao acordarem notou-se abraçada àquele quase homem em que num momento de tormenta, abraçou-o e tirando sua roupa, começou a acariciá-lo, timidamente correspondida pela inesperiência mas que titubeantemente seguiu em frente até que completaram, orientada por ela, a primeira relação sexual daquele que era o seu melhor aluno.
A partir daí começaram a tirar dúvidas todos os sábados pela manhã que sempre terminavam, agora sem timidez, com um tórredo conluio sexual, deixando ela com ares de agrado e satisfação, notado incusive pelo marido e pelas colegas. Passou no vestibular, e agora não mais seu aluno, passou a ser seu amante levando-a volta e meia a motéis com um vida sexual normal para ambos. A vida como ela é.